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O apoio à produção do campo

09/06/2017 - 15:55

Um recorde mensal de exportação foi ultrapassado no mês de maio, com receita de US$ 19,79 bilhões. As vendas do agronegócio renderam 46,7% de todo o faturamento. O Brasil está progredindo e não vai mais parar!

 

O Estado de S.Paulo

Um recorde mensal de exportação foi batido em maio, com receita de US$ 19,79 bilhões. As vendas do agronegócio renderam pelo menos US$ 9,25 bilhões, 46,7% de todo o faturamento. O setor tem garantido números positivos no comércio exterior, compensando com folga o déficit de outros segmentos da economia. Pelo último balanço detalhado, até abril o agronegócio acumulou um excedente de US$ 24,34 bilhões, bem maior que o saldo total do comércio, de US$ 21,37 bilhões. A diferença é o resultado em vermelho dos outros itens. A importância do setor como fonte de dólares seria suficiente para justificar a solenidade, repetida na quarta-feira no Palácio do Planalto, de anúncio do plano de financiamento à produção agropecuária, desta vez com um total previsto de R$ 190,25 bilhões.

O setor dá uma injeção de otimismo no País, disse o presidente Michel Temer ao apresentar o Plano Agrícola e Pecuário de 2017/18. Ele se referiu principalmente ao crescimento da produção registrado no primeiro trimestre, o mais poderoso motor da economia nesse período. O Produto Interno Bruto (PIB) contabilizado entre janeiro e março foi 1% maior que o registrado nos três meses finais de 2016 e isso se deveu basicamente à atividade rural. Um dia depois da cerimônia, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) publicou a nova estimativa da safra de grãos e oleaginosa do ano agrícola 2016/17. O levantamento de junho apontou 234,32 milhões de toneladas, um total 25,6% maior que o da temporada anterior.

O volume estimado em maio havia chegado a 232,02 milhões de toneladas. A maior parte da diferença, de 2,3 milhões de toneladas, provém de uma reestimativa da safra de verão, de 225,63 milhões para 227,94 milhões de toneladas. O resto se refere às culturas de inverno, como trigo, aveia e cevada, com colheita prevista para o segundo semestre.

Leia na íntegra: http://bit.ly/2r9j5GB

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